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	<title>Blog do Professor Ronald Costa</title>
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	<description>Um pouquinho de tudo e algumas coisas mais...</description>
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		<title>A competência informacional no ensino superior tecnológico.</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 17:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[competência informacional]]></category>
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		<category><![CDATA[information literacy]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Título: A competência informacional no ensino superior tecnológico:   um estudo sobre os discentes e docentes do curso de análise e desenvolvimento de sistemas da União Educacional de Brasília (UNEB) /   Ronald Emerson Scherolt da Costa</p> <p style="text-align: justify;">Resumo: A Sociedade da Informação é caracterizada pelo uso massivo de tecnologia e pelo aumento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Título: </strong>A competência informacional no ensino superior tecnológico:   um estudo sobre os discentes e docentes do curso de análise e desenvolvimento de sistemas da União Educacional de Brasília (UNEB) /   Ronald Emerson Scherolt da Costa</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resumo:</strong> A Sociedade da Informação é caracterizada pelo uso massivo de tecnologia e pelo aumento vertiginoso da quantidade de informação disponível. Os cursos superiores na área de Tecnologia da Informação (TI) necessitam preparar seus egressos para o uso e domínio das tecnologias e da informação, para que assim possam exercer de maneira adequada suas futuras tarefas profissionais, sociais, culturais e científicas, como cidadão competente em informação e integrado a esta nova Sociedade. A pesquisa de mestrado utilizou como parâmetros os objetivos e resultados esperados para o desenvolvimento de Competência Informacional sintetizados por Dudziak (2003) tomando por base os Padrões de Competência Informacional para o Ensino Superior propostos pela Association os College and Research Libraries (ACRL). Por meio de uma abordagem quali-quantitativa objetivou-se analisar se os discentes e docentes do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (TADS) da União Educacional de Brasília (UNEB) têm conhecimento dos fundamentos e práticas para a aquisição de competência informacional na sua formação; identificar o nível de competência informacional dos discentes e docentes; conhecer os procedimentos utilizados pelos discentes e docentes na busca e uso da informação; identificar ações no Projeto Pedagógico de Curso (PPC), em iniciativas das Coordenações de Curso, dos Professores e da Biblioteca relacionadas ao desenvolvimento da competência informacional dos discentes; e relacionar o nível de competência informacional com o coeficiente de desempenho dos alunos e o nível de formação dos professores. Os instrumentos de coleta de dados foram um questionário com 50 questões abertas e fechadas, aplicado a uma amostra intencional, em junho de 2011, além de uma entrevista, aplicada a alguns membros da direção, coordenação e biblioteca da IES. De forma geral, verificou-se que os alunos e professores dos Cursos de TI da UNEB, participantes da pesquisa, indicaram que possuem a maioria das habilidades relacionadas à competência informacional, sendo possível afirmar que os discentes e docentes possuem compreensão sobre os preceitos das normas da ACRL (2000). O estudo da temática demonstrou a importância de se assegurar a Competência informacional em qualquer formação, entendida como uma competência transversal necessária a todo o cidadão da Sociedade da Informação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Orientação: Emir José Suaiden</strong><br />
Dissertação (mestrado) &#8211; Universidade de Brasília, Faculdade de Ciência da Informação, 2011</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">COSTA, Ronald Emerson Scherolt da. <strong>A competência informacional no ensino superior tecnológico: </strong>um estudo sobre os discentes e docentes do curso de análise e desenvolvimento de sistemas da União Educacional de Brasília (UNEB). <strong></strong>2011. xv, 196 f. : Dissertação (mestrado) &#8211; Universidade de Brasília, Faculdade de Ciência da Informação, 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View Dissertação de Mestrado - Competências Informacionais - Ronald Costa -   UNB - FINAL - V 8.0 on Scribd" href="http://pt.scribd.com/doc/81073704/Dissertacao-de-Mestrado-Competencias-Informacionais-Ronald-Costa-UNB-FINAL-V-8-0">Dissertação de Mestrado &#8211; Competências Informacionais &#8211; Ronald Costa &#8211; UNB &#8211; FINAL &#8211; V 8.0</a><iframe id="doc_36040" src="http://www.scribd.com/embeds/81073704/content?start_page=1&amp;view_mode=list&amp;access_key=key-1jsm2soi7in52rctvh81" frameborder="0" scrolling="no" width="100%" height="600" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="0.706697459584296"></iframe><script type="text/javascript">// <![CDATA[
(function() { var scribd = document.createElement("script"); scribd.type = "text/javascript"; scribd.async = true; scribd.src = "http://www.scribd.com/javascripts/embed_code/inject.js"; var s = document.getElementsByTagName("script")[0]; s.parentNode.insertBefore(scribd, s); })();
// ]]&gt;</script></p>
<hr />
<p><a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View Apresentacao Mestrado UNB 2011 - Ronald - V 2.7 - FINAL on Scribd" href="http://pt.scribd.com/doc/81075919/Apresentacao-Mestrado-UNB-2011-Ronald-V-2-7-FINAL">Apresentacao Mestrado UNB 2011 &#8211; Ronald &#8211; V 2.7 &#8211; FINAL</a><iframe id="doc_88770" src="http://www.scribd.com/embeds/81075919/content?start_page=1&amp;view_mode=slideshow&amp;access_key=key-2gwvo9q87i07vhqho864" frameborder="0" scrolling="no" width="100%" height="600" data-auto-height="true" data-aspect-ratio="0.75"></iframe><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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		<title>Pela Regulamentação da Profissão de Analista de Sistemas e Correlatas</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p></p> <p>Assine: <a href="http://www.peticaopublica.com.br/?pi=60707PLS" target="_blank">http://www.peticaopublica.com.br/?pi=60707PLS</a> </p> <p>A aprovação de uma lei que regulamenta a profissão de Analista de Sistemas e correlatas já é tardia. Já são quatro anos nas comissões do Senado e o caminho até a aprovação final parece ainda ser longo pela falta de participação ativa dos próprios profissionais de informática. O projeto de lei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.peticaopublica.com.br/images/PeticaoPublicaLogo.pt-br.gif" alt="" width="367" height="99" /></p>
<p><strong>Assine: <a href="http://www.peticaopublica.com.br/?pi=60707PLS" target="_blank">http://www.peticaopublica.com.<wbr>br/?pi=60707PLS</wbr></a> </strong></p>
<p>A aprovação de uma lei que regulamenta a profissão de Analista de Sistemas e correlatas já é tardia. Já são quatro anos nas comissões do Senado e o caminho até a aprovação final parece ainda ser longo pela falta de participação ativa dos próprios profissionais de informática. O projeto de lei que trata dessa regulamentação – o PLS 607/07 – está atualmente na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado. Esse projeto de lei é apenas uma semente que precisa germinar e, para isso, precisamos intensificar a nossa participação. Então, este é o momento decisivo para os profissionais de informática contribuírem para a regulamentação da sua própria profissão, pressionando o Congresso Nacional a votar pela aprovação desta proposta. Depois de passada esta oportunidade, não adianta reclamar da situação de despersonalização e exploração profissional e das más condições de trabalho enfrentadas diariamente.</p>
<p>As profissões de Analistas de Sistemas e correlatas estão hoje entre as mais desrespeitadas e exploradas do Brasil. Entre outros motivos, isto acontece porque ainda não existe consciência de classe, organização ou disciplina da profissão. A maioria dos profissionais, preocupados apenas com a sua sobrevivência, ainda espera, passivamente, que a situação melhore de maneira milagrosa, nada fazendo concretamente para que esta melhora ocorra. Agindo dessa forma, a categoria fica submetida às influências daqueles que têm grande interesse na desorganização da profissão.</p>
<p>Existe muito lobby no Congresso por parte das empresas que terceirizam os nossos serviços contra a aprovação desta lei. Claro que não é do interesse desses atravessadores egoístas de mão de obra que tenhamos uma classe organizada, que lutemos por melhores condições de qualidade de trabalho. Somos desvalorizados e tratados como profissionais de segunda categoria por esses “empresários”, por ainda não sermos uma Classe unida, e não termos qualquer tipo de amparo institucional; somos forçados a trabalhar com salários indignos, apesar de nossa alta qualificação e grande responsabilidade; somos forçados a trabalhar com profissionais de outras categorias, sem a menor formação em informática, em nome do grande lucro em curto prazo para esses “empresários”. Os profissionais e os clientes perdem muito com isto, apenas os “empresários” gananciosos ganham. Obrigam-nos a pertencer a falsas cooperativas e a abrir falsas empresas, para que os direitos trabalhistas não sejam pagos e os impostos sejam sonegados. Obrigam-nos a trabalhar três turnos, finais de semana, sem recebermos nada em troca. Sofremos de graves problemas de saúde do trabalho pelas condições a que somos forçados. Quem não se sujeita a isto perde o emprego pois qualquer um pode assumir o seu lugar para estes “empresários”. E hoje é assim mesmo, qualquer um pode ser Analista de Sistemas para grande parte das empresas terceirizadoras. O prejuízo humano e financeiro é incalculável para a sociedade e poucos ainda possuem esta consciência. A nossa profissão está hoje, em grande parte, na ilegalidade, nas mãos de empresários exploradores, que não possuem compromisso com o bem social e não entendem de informática. Nossa atividade está nas mãos de falsos “sindicatos”, criados pelas próprias empresas terceirizadoras, e está até sob o domínio de muitos criminosos do processo licitatório, que nos obrigam a trabalhar, muitas vezes, sob condições desumanas e antiéticas.</p>
<p>Precisamos ter consciência de que somos uma força de trabalho humano imprescindível para o desenvolvimento social e econômico. Porém, estamos nas mãos de exploradores, que nos rebaixam, subestimam e minimizam, e, para justificar a exploração, afirmam com a grande falácia de que nossa atividade é apenas uma área “meio”. Deste modo nos tratam pior do que nossos irmãos terceirizados pelas empresas que exploram os serviços de limpeza. Do que vale nosso constante investimento em estudos e atualizações? Apenas para nos mantermos no “mercado” que estes empresários que burlam as leis trabalhistas e os políticos corruptos criam?</p>
<p>É chegada a hora de sermos maduros, competentes e usarmos nossa inteligência de fato. Precisamos ter mais consciência de Classe, mais união e participação para moralizarmos esta profissão – como fazem outras categorias como Engenheiros, Médicos, Enfermeiros, Nutricionistas, Jornalistas, Empregados Domésticos, Artistas, Advogados, atletas de futebol, Contadores, Corretores de imóveis, Administradores, Economistas, Aeronautas e outras 60 profissões já regulamentadas. Após mais de cinco décadas de processo de informatização da sociedade, ainda não existe nenhuma regulamentação profissional para profissionais de informática no Brasil. Será que a sociedade sabe que existimos? A sociedade tem a mínima idéia do papel que desempenhamos e das grandes responsabilidades que assumimos? O que – ou quem – nos faz invisíveis? Somos menos importantes para a sociedade do que essas outras profissões? A atividade é menos complexa, exige menos capacidade e estudo do que essas outras profissões? Ou será que pode ser ao contrário e por isto mesmo estamos nesta situação? O que ainda estamos esperando e qual a nossa parte de responsabilidade neste contexto?</p>
<p>É chegado o momento da sociedade saber do nosso trabalho. Precisamos do devido e merecido reconhecimento e respeito profissional por parte da sociedade e isto só pode vir com a regulamentação da profissão de Analista de Sistemas e correlatas. Com o respeito social poderemos trabalhar com mais dignidade, qualidade, segurança e responsabilidade. Não seremos apenas mais um número na conta dos exploradores do nosso conhecimento, seremos uma Classe atuante, longe dos sanguessugas e criminosos de hoje, que poderá muito ajudar ao Brasil a se desenvolver corretamente. Precisamos da sua ajuda para podermos regulamentar a profissão de Analista de Sistemas e correlatas e melhorar as nossas condições de trabalho e de vida, para esta e para as futuras gerações de profissionais de informática.</p>
<p>Contribua assinando esta petição pública, cujas assinaturas serão enviadas ao congresso nacional (Senado e Câmara dos Deputados). Ajude a sua profissão!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Saudades do WINAMP???? Use QMMP no UBUNTU !!!!</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 21:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estava procurando um player leve, que tocasse &#8220;mms&#8221; (rádios tipo plug fm) e que de quebra ainda tivesse um pocado de visualizações. Estava pensando no WINAMP (não tem para Linux) e tentei usar o AUDACIOUS, mas não funcionou com &#8220;mms&#8221;. Bem a primeira tentativa foi o TOTEM que funcionou, tocou &#8220;mms&#8221;, mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estava procurando um player leve, que tocasse &#8220;mms&#8221; (rádios tipo plug fm) e que de quebra ainda tivesse um pocado de visualizações. Estava pensando no WINAMP (não tem para Linux) e tentei usar o AUDACIOUS, mas não funcionou com &#8220;mms&#8221;. Bem a primeira tentativa foi o TOTEM que funcionou, tocou &#8220;mms&#8221;, mas não tinha tantas visualizações (aqueles desenhos e formas muito loucas) para ficar vendo ouvindo músicas. Então achei o ProjectM (visualizações) e o QMMP, player igual ao WINAMP (não sei quem é cópia de quem&#8230;).</p>
<p style="text-align: justify;">Para instalar basta:  <span style="color: #0000ff;"> <strong># apt-get install qmmp*  </strong></span>e aproveite !!!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://ronaldcosta.pro.br/principal/principal/wp-content/uploads/2011/12/qmmp.png"><img class="alignleft size-full wp-image-188" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="qmmp" src="http://ronaldcosta.pro.br/principal/principal/wp-content/uploads/2011/12/qmmp.png" alt="" width="275" height="116" /></a>A tela é a cara do WINAMP.</p>
<p style="text-align: justify;">Clique com o botão direito sobre o painel do QMMP para acessar o menu de opções.</p>
<p style="text-align: justify;">Selecione VISUALIZAÇÕES. Coloque uma música para tocar e aproveite.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para mudar as visualizações clique com o botão direito sobre a janela de visualizações e utilize o menu.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://ronaldcosta.pro.br/principal/principal/wp-content/uploads/2011/12/qmmp2.png"><img class="alignleft size-full wp-image-189" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="qmmp2" src="http://ronaldcosta.pro.br/principal/principal/wp-content/uploads/2011/12/qmmp2.png" alt="" width="312" height="329" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
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		<title>O que fazer após instalar o Ubuntu 11.10 ?</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 15:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[instalar]]></category>
		<category><![CDATA[Oneiric Ocelot]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ontem, dia 13/10, foi <a href="http://sejalivre.org/?p=4322#" rel="nofollow">lançada</a> a nova versão do Ubuntu, Oneiric Ocelot 11.10. Milhões de pessoas ao redor do mundo, literalmentelotaram a banda dos principais repositórios da distribuição, com downloads das diversas arquiteturas disponíveis do novíssimo Ubuntu 11.10.</p> <p>Legal! Mas e agora? O que fazer, após a instalação, para deixar o Ubuntu com a sua cara?</p> [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="margin: 10px;" src="http://lococouncil.ubuntu.com/wp-content/uploads/2011/08/Ubuntu_11.10_Oneiric-Ocelot-Alpha33-300x114.jpg" alt="" width="300" height="114" />Ontem, dia 13/10, foi <a href="http://sejalivre.org/?p=4322#" rel="nofollow">lançada</a> a nova versão do Ubuntu, Oneiric Ocelot 11.10. Milhões de pessoas ao redor do mundo, literalmente<em>lotaram</em> a banda dos principais repositórios da distribuição, com downloads das diversas arquiteturas disponíveis do novíssimo Ubuntu 11.10.</p>
<p>Legal! Mas e agora? O que fazer, após a instalação, para deixar o Ubuntu com a sua cara?</p>
<p>O <a href="http://sejalivre.org/?p=4322#" rel="nofollow">site </a><a href="http://www.webupd8.org/2011/10/things-to-tweak-after-installing-ubuntu.html">http://www.webupd8.org</a>, uma das principais referências sobre Ubuntu lá fora, preparou uma lista interessante com tutorias do que fazer para customizar seu Ubuntu de forma <a href="http://sejalivre.org/?p=4322#" rel="nofollow">fácil</a> e atrativa. Confira <a href="http://www.webupd8.org/2011/10/things-to-tweak-after-installing-ubuntu.html" target="_blank">neste link</a> a matéria e divirta-se com seu Ubuntu!!</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://sejalivre.org/?p=4322">http://sejalivre.org/?p=4322</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dia da Liberdade do Software (Software Freedom Day)</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 21:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abertura]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p> <p>Software Freedom Day (SFD) é uma celebração anual mundial de Software Livre, um esforço de educação pública com o objetivo de aumentar a consciência sobre o Software Livre e suas virtudes, e incentivar o seu uso.</p> <p>-Richard Mathew Stallman falando sobre Software Livre e sobre essa comemoração:</p> <p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=L_tWiJ9GXQM">http://www.youtube.com/watch?v=L_tWiJ9GXQM</a></p> <p>Software Freedom Day<br /> <a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6a/Software_Freedom_Day_2011_logo.png/220px-Software_Freedom_Day_2011_logo.png" alt="220px-Software_Freedom_Day_2011" width="220" height="62" align="middle" /></p>
<p><strong>Software Freedom Day</strong> (SFD) é uma celebração anual mundial de Software Livre, um esforço de educação pública com o objetivo de aumentar a consciência sobre o Software Livre e suas virtudes, e incentivar o seu uso.</p>
<p>-<strong>Richard Mathew Stallman</strong> falando sobre Software Livre e sobre essa comemoração:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=L_tWiJ9GXQM">http://www.youtube.com/watch?v=L_tWiJ9GXQM</a></p>
<p>Software Freedom Day<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=L_tWiJ9GXQM" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=L_tWiJ9GXQM</a></p>
<p>O Dia da Liberdade de Software foi criado em 2004 e celebrado pela primeira vez em 28 de agosto. Desde 2006 o SFD foi realizado no <strong>terceiro sábado de setembro</strong>.</p>
<p>-</p>
<p>Mais informações sobre o SFD:</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Software_Freedom_Day" target="_blank">http://en.wikipedia.org/wiki/Software_Freedom_Day</a></p>
<p>Mais informações sobre Software Livre em português:</p>
<p>O sistema GNU-Linux<br />
<a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-li01.htm" target="_blank">http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-li01.htm</a></p>
<p>Software Livre: Histórico, Definição, Importância<br />
<a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm" target="_blank">http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm</a></p>
<p>Software Livre &#8211; Licenças<br />
<a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lilic.htm" target="_blank">http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lilic.htm</a></p>
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		<item>
		<title>Software Livre &#8211; O início</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 21:54:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[software livre]]></category>
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		<category><![CDATA[linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ronaldcosta.pro.br/principal/?p=150</guid>
		<description><![CDATA[O programador <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/net1/int-h198.htm#stall" target="direita">Richard Matthew Stallman</a> trabalhava no laboratório de inteligência artificial do MIT (&#8220;Instituto de Tecnologia de Massachusetts&#8221;) desde 1971, quando as pessoas trabalhavam em conjunto, sempre trocando ideias e programas. <p> Foto: Richard Matthew Stallman<br /> Retirada  <a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c2/Richard_Stallman_at_Marlboro_College.jpg/300px-Richard_Stallman_at_Marlboro_College.jpg">daqui</a><br /> (acessado em 03/03/2011) <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a> <a name="softpro"></a></p> <p>Entretanto, no início dos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
O programador <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/net1/int-h198.htm#stall" target="direita">Richard Matthew Stallman</a> trabalhava no laboratório de inteligência artificial do <em>MIT</em> (&#8220;Instituto de Tecnologia de Massachusetts&#8221;) desde 1971, quando as pessoas trabalhavam em conjunto, sempre trocando ideias e programas.</td>
<td><img title="imagem" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c2/Richard_Stallman_at_Marlboro_College.jpg/300px-Richard_Stallman_at_Marlboro_College.jpg" alt="" align="middle" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Foto</em>: Richard Matthew Stallman<br />
Retirada  <a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c2/Richard_Stallman_at_Marlboro_College.jpg/300px-Richard_Stallman_at_Marlboro_College.jpg">daqui</a><br />
(acessado em 03/03/2011) <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a> <a name="softpro"></a></p>
<p>Entretanto, no início dos anos 80 quase todos os programas existentes passaram a ser <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/progra/proaqui.htm#payware" target="direita">proprietários</a>, ou seja, o conceito de <em>propriedade</em> invadiu a área.<br />
<center><img title="imagem" src="http://4.bp.blogspot.com/-8SIK1KpiBvw/TaE_szOoS8I/AAAAAAAACEs/AD0ZdxsCUL4/s1600/tirinha55.png" alt="" /></center><br />
<img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Quadrinhos</em>: Software Proprietário explicado em 4 quadros<br />
Retirado de <a href="http://blog.viasdefato.com/2011/04/software-proprietario-explicado-em-4.html">http://blog.viasdefato.com/2011/04/software-proprietario-explicado-em-4.html</a> (acessado em 10/04/2011) <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a></p>
<p><span id="more-150"></span><br />
Evidentemente, a partir de então, o novo conceito determinava o fim da <em>cooperação</em> entre a comunidade de programadores.</p>
<p>Stallman abandonou seu emprego ao constatar que as licenças de direitos autorais que negavam acesso ao código fonte dos programas (para impedir cópias ilegais) também restringiam liberdades que os programadores sempre haviam usufruído, antes do mundo da informática ser dominado por grandes empresas:</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> a liberdade de executar os programas sem restrições,<br />
<img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> a liberdade de conhecer e modificar os programas e<br />
<img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> a liberdade de redistribuir esses programas na forma original ou modificada entre os amigos e a comunidade.</p>
<p>Então, iniciou um <em>movimento</em> para produzir um <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/progra/protipos.htm#so" target="direita">sistema operacional</a> e programas que resguardassem aquelas liberdades que os programadores conheciam antes das restrições empresariais.</p>
<p>Esta iniciativa resultou na criação, em 1985, da “<a href="http://www.fsf.org/" target="_blank">Free Software Foundation</a>” (<em>FSF</em>), <em>Fundação para o Software Livre</em>, que foi fundamentada juridicamente com a redação da <em>GNU</em> &#8211; General Public License (Licença Pública Geral do GNU).</p>
<p>Assim, em <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/net1/int-h199.htm#linux" target="direita">1991</a>, quando <em>Linus Torvalds</em> publicou a versão <em>gratuita</em> e <em>livre</em> do “kernel” do <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-li01.htm" target="direita">Linux</a>, esse <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/progra/protipos.htm#so">sistema operacional</a> logo foi &#8220;adotado&#8221; pela fundação, embora oficialmente ainda esteja desenvolvendo o seu próprio sistema.</p>
<p>É importante notar que a filosofia da fundação repousa nesse pensamento:<br />
<center>&#8220;<em>Quem produz a informação recebe muito mais informação do que cria.</em>&#8220;</center><br />
Isso se torna óbvio quando se constata que cada programador cria algumas linhas sobre milhões de instruções em código que outros já produziram antes.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>Atualmente, excetuando-se poucos funcionários que recebem salários relativamente baixos da fundação, a maioria dos desenvolvedores é composta por programadores ligados a empresas e universidades, que contribuem voluntariamente para o projeto.</p>
<p>A fundação tem como objetivo não só a eliminação de restrições sobre a cópia, a redistribuição, o entendimento e a modificação de obras. Esse <em>rompimento de monopólios</em> deve ser feito por meio de um empreendimento <em>coletivo</em> e, em grande parte, <em>voluntário</em>.</p>
<p>Portanto, para entender o conceito, deve-se pensar em &#8220;<em>liberdade de expressão</em>&#8220;, não em &#8220;almoço grátis&#8221;. Software Livre&#8221; é uma questão de liberdade, não de preço.</p>
<p>Essa ideia, que hoje se espalha por todo o mundo, atingindo outros tipos de conteúdos, como os artísticos, literários, musicais, científicos e jornalísticos, é parte do <em>movimento pela cultura livre</em>, &#8220;free culture&#8221;, que abrange todos os <em>produtos culturais</em>, pregando a reprodução e modificação livres para qualquer usuário.</td>
<td><img title="imagem" src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/gnu01.gif" alt="" align="middle" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Imagem</em>: Gnu <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a></p>
<p><center></p>
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<p><a href="http://www.fsf.org/associate/support_freedom/join_fsf?referrer=2442">Support software freedom!</a></p>
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<em></em><em>the Free Software Supporter</em></p>
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</div>
</div>
<p></center></p>
<p>Se desejar subscrever o <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/net1/lis-bole.htm" target="direita">boletim</a> da &#8220;Free Software Foundation&#8221; (em inglês), insira o seu mail acima.</p>
<p>Entretanto, em nosso país é importante conhecer e participar da rede <a href="http://softwarelivre.org/" target="_blank">Software Livre Brasil</a>.<br />
<center></center><br />
<img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Vídeo</em>: Episódio 002 O projeto GNU<br />
<a href="http://www.kretcheu.com.br/?p=40" target="direita">http://www.kretcheu.com.br/?p=40</a> ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=w8GBA4lpee0" target="direita">http://www.youtube.com/watch?v=w8GBA4lpee0</a> (acessado em 2/11/2009)<br />
(Projeto GNU, um sistema operacional completamente livre.) <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a> <a name="liv-gra"></a></p>
<p><em>Sobre livre e grátis</em></p>
<p>Se desejar saber a diferença entre <em>Livre</em> e <em>Grátis</em> de um jeito gostoso e poético, clique na imagem a seguir. ou no endereço abaixo:</p>
<table border="1" cellspacing="2" cellpadding="2">
<tbody>
<tr>
<td>
<a href="http://www.carlissongaldino.com.br/cordel/do-livre-e-do-gr%C3%A1tis"><img title="imagem" src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/carlisson-dldg.png" alt="" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Cordel</em>: Do livre e do Grátis<br />
<a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-ligra.htm" target="direita">http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-ligra.htm</a> (acessado em 3/2/2011) <a name="copyleft"></a><br />
( Autor: Cárlisson Galdino &#8211; @carlisson )</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Imagem</em>: Do livre e do Grátis<br />
Retirada de <a href="http://www.carlissongaldino.com.br/cordel/do-livre-e-do-gr%C3%A1tis">http://www.carlissongaldino.com.br/cordel/do-livre-e-do-gr%C3%A1tis</a> (acessado em 03/03/2011) <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a> <a name="copyleft"></a></p>
<h1>Copyleft</h1>
<p>Um programa assim como qualquer outra <em>obra</em>, artística, literária, ou tecnológica, é criado por um <em>autor</em> ou até alguns autores.</p>
<p>Os <em>direitos autorais</em> sobre a ideia ou originalidade da obra são firmados por meio de uma <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lilic.htm" target="direita">licença</a>.</p>
<p>Esses direitos incluem o uso, a distribuição e a possibilidade de reprodução, ou seja, de <em>cópia</em> da obra.</p>
<p>Stallman foi o pioneiro na difusão das ideias sobre software livre, não somente como uma questão econômica, mas como um movimento social, com implicações políticas e culturais. Ele desenvolveu, ao longo dos anos, a licença de <em>Copyleft</em> (em oposição à Copyright).</p>
<p>O termo <em>Copyleft</em> surgiu em uma carta de um amigo que havia escrito:<br />
<center>&#8220;<em>Copyleft: all rights reversed</em>&#8221; (Esquerdos autorais: todos os direitos invertidos),</center><br />
contrapondo-se à nota que é encontrada em muitas obras:<br />
<center>&#8220;Copyright: all rights re<em>s</em>er<em>v</em>ed&#8221; (Direitos autorais: todos os direitos reservados).</center>O modo mais comum de distribuição de software livre é anexar ao program uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.</p>
<p>O Copyleft ou <em>Licença de Documentação Livre</em>, baseia-se em diferentes tipos de licenças que permitem ao autor, garantindo o reconhecimento de sua produção e autoria, estabelecer os usos que autorizam e os que limitam a sua obra.</p>
<p>O autor abdica dos direitos de <em>propriedade</em> em favor da livre circulação das criações intelectuais, pois o Copyleft encara os utilizadores de conteúdo como potenciais criadores. A licença permite a livre cópia, divulgação, a modificação do original, e torna possível a difusão do conteúdo para um <em>maior número de pessoas</em>. <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a> <a name="4liber"></a></p>
<p><center></center><br />
<img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Vídeo</em>: Software Freedom Day<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=L_tWiJ9GXQM">http://www.youtube.com/watch?v=L_tWiJ9GXQM</a> (acessado em 17/09/2011)<br />
(Vídeo de Richard Stallman sobre o Dia da Liberdade de Software) <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a> <a name="liv-gra"></a></p>
<p><em>Quatro tipos de liberdade</em></p>
<p>Portanto, &#8220;Software livre&#8221; se refere à liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem programas e contempla quatro <em>tipos de liberdade</em>:</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> liberdade <em>0</em>: pode-se executar o programa, para qualquer propósito,</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> liberdade <em>1</em>: pode-se estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as próprias necessidades,</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> liberdade <em>2</em>: pode-se redistribuir cópias a quem as deseje e</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> liberdade <em>3</em>: pode-se aperfeiçoar o programa, e liberar os aperfeiçoamentos, para que toda a comunidade se beneficie.</p>
<p>Evidentemente, o <em>acesso ao código fonte</em> é um pré-requisito para as liberdades 1 e 3.</p>
<p>A licença garante a livre distribuição e modificação das obras e, em contrapartida, as novas distribuições ficam vinculadas à mesma licença. Assim, um programador pode modificar um programa livre, mas necessariamente o novo programa resultante destas modificações deve ser distribuído nos mesmos termos da <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#GPL">GPL</a>. A pessoa que copia e aprimora um programa livre, fruto de esforços coletivos voluntários, deve respeitar a condição de manter as suas características: o direito de rodar livremente, de modificar livremente e de copiar livremente.</p>
<p>Ou seja, a licença não permite que, a partir do produto base, alguém faça uma alteração, e o patenteie sob uma licença “Copyright” e o venda sob essa licença. Se for feita alguma alteração, a obra tem que ser liberada para a sociedade de acordo com a mesma licença e, se a obra for modificada e comercializada, existe a obrigação de referenciar o(s) autor(es) original(is).</p>
<p>Evidentemente, corre-se risco de <em>apropriação</em> em países onde não existe legislação específica para este tipo de licença e onde alguém pode simplesmente se apoderar de uma obra e registrá-la em seu nome. Isto é, corre-se exatamente o mesmo risco relativo ao Copyright: se houver uma utilização indevida da obra sem conhecimento do respectivo autor, esse deverá iniciar um processo legal contra o infrator, seja qual for a licença do produto.</p>
<p>Note-se que o objetivo não é acabar com os direitos de autoria. O que as licenças de Copyleft propõem é divulgar uma alternativa legal ao atual sistema de propriedade de direitos intelectuais.</p>
<p>Aliás, à medida que a tecnologia aumenta a facilidade de cópia transforma o <em>Copyright</em> em algo quase <em>inútil</em>. Como todos sabem, as violações de licença e as cópias sem autorização são extremamente frequentes. Assim, se assumirmos que é quase impossível evitar tais ações, provavelmente conseguiremos proteger muito mais a autoria com uma licença Copyleft.</p>
<p>Ressalte-se que, tanto como a população em geral, muitos criadores não conhecem essas licenças corretamente e sujeitam-se à lógica dominante apenas por desconhecerem outras alternativas.</p>
<p>Importante é notar que a licença Copyleft <em>não impede</em> a <em>comercialização</em> da obra, desde que a empresa permita a livre distribuição e modificação da obra produzida.</p>
<p>Por exemplo, uma editora pode editar e vender uma obra distribuída na Internet sob Copyleft, de maneira semelhante às obras que já estão sob domínio público. Mas, como a licença não permite ações monopolistas, não poderá impedir que outra editora o publique ou que uma pessoa copie o livro impresso por qualquer meio.</p>
<p>Assim sendo, a liberdade de utilizar um programa é dar liberdade para qualquer tipo de pessoa ( física ou jurídica ) usar o software wm qualquer tipo de trabalho ou atividade, em qualquer tipo de sistema computacional, não sendo preciso comunicar nada ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial.</p>
<p><em>Resumindo</em>: Um programa é <em>livre</em> quando, sem pedir ou pagar por permissão, pode-se:</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> redistribuir cópias, com ou sem modificações, gratuitamente ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer pessoa e em qualquer lugar;</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> efetuar modificações e utilizá-las particularmente no trabalho ou lazer, publicando-as ou não. Se decidir publicá-las não há necessidade de avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo especial;</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> se a linguagem de programação permitir, na redistribuição de cópias deve-se incluir <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/progra/arq-cod.htm" target="direita">formas binárias</a> ou executáveis do programa, e também o <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/progra/protipos.htm#prg" target="direita">código-fonte</a>, tanto para as versões originais quanto para as modificadas. O acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.<br />
<center></center></p>
<p><em>Vídeo</em>: O que é software Livre (massinha) com trilha sonora, locução e texto aprimorados.<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=4QxjSuPZuFY" target="direita">http://www.youtube.com/watch?v=4QxjSuPZuFY</a> (acessado em 26/10/2009) <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a> <a name="estimulo"></a></p>
<h1>Estímulo ao criador</h1>
<p>A <em>recompensa financeira</em> seria o único e o melhor <em>estímulo</em> que se pode dar para o desenvolvimento do saber, da cultura e da tecnologia?</p>
<p>A resposta, evidentemente, é uma negativa. Um <em>talento</em> é um <em>dom</em>.</p>
<p>E, aparentemente, os talentosos são movidos para a prática intelectual pelo desejo de se distinguirem, de auxiliar a comunidade, pela expectativa do reconhecimento, em vida ou póstumo, ou, simplesmente, pelo amor pela sua arte.</p>
<p>Deve-se lembrar que todos sempre fomos beneficiados por <em>ideias</em> alheias. Por exemplo, imagine que o nosso <em>alfabeto</em> fosse patenteado. Não se poderia escrever ou ler sem pagar para usá-lo. E o alfabeto provém do criação de muitas pessoas, inclusive separadas no tempo e no espaço, que o criaram e melhoraram até se tornar no que é hoje. A quem se deveria pagar?</p>
<p>Aqui é que entra a instituição do &#8220;Copyright&#8221;. Quando a <em>propriedade intelectual</em> foi concebida no final do século XVIII, sua finalidade era conceder ao autor a <em>exclusividade</em> sobre a exploração comercial de sua obra, de forma que quem quisesse ler o livro que tinha escrito ou escutar a música que tinha composto, teria que <em>pagar</em> a ele.</p>
<p>Entretanto, se só o detentor dos direitos de cópia poderá explorar os benefícios da obra, cabem algumas perguntas:</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> Até que ponto a introdução do direito de propriedade intelectual, ao invés de promover, termina por constranger o progresso do saber, da cultura e da tecnologia?</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> Por quanto tempo o autor terá acesso exclusivo a esse bem? Evidentemente, se a duração do direito for longa demais, pode-se dificultar o aproveitamento social da criação. Por exemplo, em 1710, a primeira lei inglesa sobre direitos autorais deu ao criador o direito exclusivo sobre um livro por 14 anos, com direito a renovação por mais 14 anos, desde que o autor estivesse vivo quando o período inicial expirasse.</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> A propriedade intelectual favorece o capitalismo? A resposta é não. Deve-se lembrar aqui que o capitalismo pressupõe <em>concorrência</em> e tanto patentes, copyrights como marcas, são <em>monopólios</em> garantidos pelo estado. Curiosamente, são práticas severamente anti-capitalistas.</p>
<p>Portanto, é necessário atingir um ponto de equilíbrio entre o estímulo à criação e o interesse social em usufruir o resultado da criação.</p>
<p>Voltando à questão inicial, os talentosos devem ser <em>remunerados</em> por suas contribuições?</p>
<p>Acredito que a absoluta maioria das pessoas concorda que é correto e é necessário estimular materialmente o criador. Para que eles possam criar mais, inclusive.</p>
<p>Mas um problema, evidentemente, é que a obra pode necessitar de um <em>meio físico</em> para ser divulgada. Por exemplo, durante séculos os <em>livros</em> foram utilizados para divulgação de poesia e prosa sobre todos os assuntos pelos quais a humanidade se interessou.</p>
<p>E é claro que a venda dos livros sempre beneficiou muito mais o detentor do meio de reprodução da obra, o editor, do que a pessoa efetivamente criadora, o autor. É o mesmo tipo de problema que ocorre com cantores, compositores, conjuntos musicais e as gravadoras de CDs / DVDs e as gravadoras.</p>
<p>Entretanto, a <em>cópia</em> eletrônica <em>eliminou a necessidade de meios físicos</em>. Faz-se um <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/net1/int-glo2.htm#download" target="direita">download</a> e o arquivo é copiado sem necessidade de intermediários.</p>
<p>Obviamente, o monopólio do direito de cópia, exercido por exemplo pelos editores ou pelas gravadoras &#8211; que querem vender cópias ao <em>maior preço</em> &#8211; é contrário ao interesse do autor, em ter sua obra divulgada para o maior número possível de pessoas.</p>
<p>A livre <em>divulgação da obra em meio digital </em>em geral é muito benéfica ao autor pois, além de servir como ponto de venda da obra diretamente ao consumidor, retirando os intermediários da transação, lhe dá grande visibilidade, prestígio e o valoriza como um bom profissional no mercado.</p>
<p>Este prestígio social deve garantir a oferta de novos trabalhos por encomenda, inclusive na forma de palestras e shows que remunerarão seu trabalho intelectual. Assim, o <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#copyleft" target="direita">Copyleft</a> <em>privilegia o autor </em>em detrimento do interesse das empresas.</p>
<p>Assim, o <em>modelo de negócios</em> de editoras e gravadoras, ou seja, a fabricação e venda de cópias da obra de um criador, de um <em>produto cultural</em> que é protegido por leis monopolistas tornou-se <em>inadequado</em> e não competitivo perante os avanços que a tecnologia propiciou.</p>
<p><em>Como premiar o criador?</em></p>
<p>Porém, é óbvio que deve-se desenvolver uma maneira de <em>premiar as boas ideias</em>, sem limitar a criação, nem dar a exclusividade da fabricação de algum tipo de cópia (<em>exemplos</em>: livros, CDs, DVDs) para um empreendedor monopolista.</p>
<p>Evidentemente a própria <em>apresentação da obra</em> deve ser o foco. Apresentações artísticas sempre tem sido apreciadas mundo afora. Seminários, conferências, palestras tem sido usados para dar conhecimento e reverenciar autores. Concursos também podem ser uma boa maneira de premiar ideias.</p>
<p>Se quiser mais detalhes sobre esse assunto:</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Texto</em>: Afinal, o que é o cibercrime?<br />
<a href="http://www.dicas-l.com.br/interessa/interessa_20080814.php" target="_blank">dicas-L</a> ou em <a href="http://www.scribd.com/doc/4211633/afinal1" target="_blank">scribd</a> ou em <a href="http://meganao.wordpress.com/2009/05/09/afinal-o-que-e-o-cibercrime/" target="_blank">Meganão</a>. <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a> <a name="projetognu"></a></p>
<h1>
Projeto GNU e código aberto</h1>
<p>O objetivo do projeto GNU era (e ainda é) criar um <em>sistema operacional completo</em>, inspirado e compatível com o sistema Unix, mas, diferentemente desse, não poderia ser <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/progra/proaqui.htm#payware" target="direita">proprietário</a>.</p>
<p>Vem daí o <em>trocadilho</em> no nome: <em>GNU is Not Unix</em> (GNU não é UNIX).</p>
<p>Evidentemente, os programas que fizerem parte do sistema devem ter <em>código-fonte livre, aberto</em>.</p>
<p>É importante lembrar que o <em>código-fonte é o próprio software</em>, ou seja, é uma estrutura lógica com uma sequência de comandos, em alguma linguagem de programação, no qual o programa foi desenvolvido, em geral em uma linguagem de alto nível ( por exemplo em <em>C</em>, <em>Cobol</em>, <em>Java</em>), sendo diferente do <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/progra/arq-cod.htm" target="direita">código binário</a>, o código diretamente lido pelo hardware.</p>
<p>Assim, quando se diz que o código de um programa é <em>livre</em>, <em>não </em>se está falando de <em>preços</em>, mas que outros desenvolvedores estarão livres para conhecer, adaptar, corrigir, modificar, executar, copiar, estudar, melhorar e redistribuir o código do programa.</p>
<p>Após vários anos de trabalho de muitas pessoas o <em>projeto GNU</em> é o responsável por quase todas as ferramentas que tornaram um sistema <em>Unix livre</em> possível.<br />
<center></center></p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Vídeo</em>: Feliz Aniversário GNU! (Com legendas em português)<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=0iXnvabj88M" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=0iXnvabj88M</a> (acessado novamente em 20/09/2009)</p>
<p><em>Texto</em>:<br />
<a href="http://www.gnu.org/fry/happy-birthday-to-gnu-portugese.srt" target="_blank">http://www.gnu.org/fry/happy-birthday-to-gnu-portugese.srt</a><br />
<em>Stephen Fry</em> dá os parabéns ao GNU pelo seu 25o aniversário. Originalmente publicado em: <a title="http://www.gnu.org/fry/." dir="ltr" href="http://www.gnu.org/fry/" rel="nofollow" target="_blank">http://www.gnu.org/fry/.</a> Licensed under a Creative Commons Attribution-No Derivative Works 3.0 United States License. <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a> <a name="gpl"></a></p>
<h1>GPL</h1>
<p>A &#8220;General Public License&#8221; &#8211; GPL é baseada no direito autoral que respeita as <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#4liber">4 liberdades</a> antes mencionadas.</p>
<p>Usando a licença GPL um programador assegura que o código de seu programa permanecerá aberto, pois toda e qualquer modificação só poderá ser liberada se for feita pela mesma licença.</p>
<p>Mais tarde, se o programador original decidir fechar o código do programa, outro programador poderá continuar mantendo o programa livre, reiniciando o seu desenvolvimento, começando pela última versão que foi licenciada como GPL.</p>
<p>Essa licença permitiu que os programadores pudessem liberar seus trabalhos para o público, sem medo que seu código fosse apropriado por alguma empresa e, ao mesmo tempo, assegurando que ele ficaria livre para sempre.</p>
<h1>Características dos programas com licença GPL</h1>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> Não há <em>custos maquiados</em>:</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> Não há restrições &#8211; realmente não há qualquer preço a ser pago.</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> Não há propagandas &#8211; não é requerido que se veja propagandas para usar o programa.</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> Não há programas espiões ( <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/progra/p-adawa.htm#spyware" target="direita">spyware</a> ) &#8211; não tentará coletar informações pessoais ou sobre o modo como usa o seu computador.</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> Não há comportamentos intrusivos &#8211; não tentará instalar ou criar atalhos para &#8220;softwares parceiros&#8221;, nem colocará mais atalhos em seus <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/mozi/moz-book.htm" target="direita">Bookmarks</a> ( Favoritos ) para links não-requisitados de sites comerciais.</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> Pode-se usar <em>quantas cópias</em> desejar. Pode-se copiá-lo para diferentes computadores.</p>
<p>Ou seja, na verdade, desde que não se redistribua cópias modificadas do programa, e/ou sem indicação de autoria, não há restrições sobre o que poderá fazer com o programa.</p>
<p>É importante lembrar que a grande força do software livre está no enorme potencial de cooperação para depuração coletiva, já que centenas de pessoas em todos os cantos do mundo podem testar, modificar e/ou sugerir. Esse potencial é capaz de neutralizar pressões mercadológicas, políticas e de marketing.<br />
<center></center></p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Vídeo</em>: Software Livre: apresentação<br />
<a href="http://br.youtube.com/watch?v=IJrfcQq_eIw" target="_blank">http://br.youtube.com/watch?v=IJrfcQq_eIw</a> (acessado novamente em 20/09/2009)<br />
(Video sobre software livre produzido pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação &#8211; ITI.) <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a><a name="vantagens"></a></p>
<h1>
Vantagens do mundo livre</h1>
<p><em> Software livre</em> significa mais do que somente estar disponível a custo zero, o qual até pode não ser zero. As pessoas devem ser livres para usar os programas como desejarem. De todos os modos que sejam &#8220;socialmente úteis&#8221;.</p>
<p>Como o código que faz o software livre está disponível para qualquer pessoa, em qualquer momento e em qualquer parte do mundo, copiar, modificar, consertar, e usar de qualquer maneira há vantagens técnicas:<br />
<em></em><br />
<img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Resposta rápida para possíveis falhas</em></p>
<p>Lança-se versões ainda instáveis do programa. Muitas pessoas podem auditar o código e procurar <em>falhas</em> de implementação. Assim, tudo vai sendo auditado e testado, até se chegar a um código estável, possível de ser usados em computadores de diferentes marcas. pronto para ser lançado para o público em geral.</p>
<p>Portanto, um programa livre tem</p>
<p>- alta qualidade técnica, já que é submetido a um processo de desenvolvimento, semelhante à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sele%E7%E3o_natural" target="_blank">seleção natural</a>: é testado por muitas pessoas em diferentes hardwares, então, as boas soluções sobrevivem e as ruins perecem;</p>
<p>- correção rápida de problemas que eventualmente aconteçam. Assim, em um curto período de tempo o sistema fica mais seguro e estável.</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Qualquer pessoa pode contribuir </em></p>
<p>Quando os programas são desenvolvidos, o trabalho de outras pessoas pode ser reutilizado e continuado, inclusive contando de sugestões de não programadores. Assim, o desenvolvimento do software pode ser <em>eficiente</em> e <em>rápido</em>, pois pode-se copiar e modificar o código do programa a qualquer momento, de qualquer lugar, testando as ideias que aparecerem. Sem pedir autorizações, sem aguardar burocracias e sem qualquer custo.</p>
<p>A única preocupação ocorre ao distribuir o programa modificado. Deve-se respeitar a licença. É importante saber que, para tornar a autorização de uso bem explicitada foram criados <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lilic.htm" target="direita">vários tipos de licença</a>, pela &#8220;Creative commons.&#8221;</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>O programador tem mais liberdade</em></p>
<p>O programador pode desenvolver o que desejar fazer, quando e quanto puder e quiser. O programador que se esforça em seus estudos e práticas e desenvolve algo bom, rapidamente ganha confiança e pode ser chamado para outros projetos.</p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Incentivo à pequenas e médias empresas locais</em></p>
<p>Qualquer empresa pode oferecer serviços e começar a trabalhar com produtos livres com total liberdade. Poderá instalar programas e treinar pessoal, por exemplo. Sem precisar pagar para uma matriz, a empresa local pode investir mais em si mesma e talvez até começar a desenvolver códigos, junto com a empresa criadora. <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a><a name="openso"></a></p>
<h1>Software livre e Open Source</h1>
<p>A liberdade do software livre se refere ao código ser aberto, ou seja, um programa é software livre quando pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído sem nenhuma restrição. Conceitualmente, tal liberdade se opõe ao software <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/progra/proaqui.htm#payware" target="direita">proprietário</a>, mas não ao software comercial, que é vendido almejando lucro.</p>
<p>Entretanto, o termo código aberto (em inglês &#8220;open source&#8221;) foi criado pela <em>OSI</em> (<em>O</em>pen <em>S</em>ource <em>I</em>nitiative), entidade cuja criação foi proposta por Eric Raymond. Trata-se de software que também respeita as quatro liberdades definidas pela <em>F</em>ree <em>S</em>oftware <em>F</em>oundation (<em>FSF</em>).</p>
<p>O título &#8220;Open Source&#8221; surgiu em uma reunião em fevereiro de 1998 onde se encontravam Todd Anderson, Chris Peterson (Foresight Institute), Jon &#8220;Maddog&#8221; Hall e Larry Augustin (Linux International), Sam Ockman (Silicon Valley Linux User&#8217;s Group) e Eric Raymond.</p>
<p>Qualquer licença <em>Livre</em> é também uma licença <em>Open Source</em>, sendo que a diferença entre as duas nomenclaturas reside essencialmente na sua <em>apresentação</em> e na <em>ideologia</em> que as alicerçam.</p>
<p>Assim, enquanto a <em>FSF</em> utiliza o termo &#8220;Software Livre&#8221; dentro de um discurso baseado em <em>questões éticas, de direitos e liberdade</em>, o termo &#8220;Código Aberto&#8221; é utilizado pela <em>OSI</em> sob um ponto de vista puramente técnico, pragmático, evitando questões éticas e ressaltando não as liberdades oferecidas pela licença, mas a alta qualidade técnica do software. O pessoal do código aberto, portanto, praticamente não se interessa por mudanças sociais.</p>
<p>Já o software livre é um caminho até para uma nova sociedade, pois é profundamente <em>transformador</em>. Não só promove as liberdades, mas estabelece condições de igualdade para a produção. O código não é mais um patrimônio exclusivo de poucos. Passa a ser algo coletivo, a partir do qual todos podem produzir. O patrimônio de uma empresa livre não é um código sobre o qual mantenha controle exclusivo. É a capacidade intelectual de seus funcionários, o bom atendimento que oferece aos seus clientes, a qualidade de seu trabalho.</p>
<p>Claramente, os defensores do movimento Open Source sustentam que o modelo colaborativo de produção intelectual é uma alternativa de <em>modelo de negócios</em> para a indústria de software. Assim, há pontos comuns nos dois movimentos, o que possibilita trabaljo conjunto em muitos projetos. Algumas grandes empresas como IBM, HP, Intel e Dell também têm investido no software de código aberto, juntando esforços para a criação do <em>O</em>pen <em>S</em>ource <em>D</em>evelopment <em>L</em>ab (<em>OSDL</em>), instituição destinada à criação de tecnologias de código aberto.</p>
<p>A abreviatura &#8220;<em>FLOSS</em>&#8221; <em>(F</em>ree /<em> L</em>ibre and <em>O</em>pen <em>S</em>ource <em>S</em>oftware) é uma forma agregadora de citar os dois movimentos, &#8220;Software Livre&#8221; e &#8220;Código Aberto&#8221;, já que tratam dos mesmos programas. <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a><br />
<center></center></p>
<p><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/hist1.gif" alt="" /> <em>Vídeo</em>: John Maddog Hall, no Roda Viva, em 19/10/2009<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=w5Eu7SiIiRQ" target="direita">http://www.youtube.com/watch?v=w5Eu7SiIiRQ</a> (acessado novamente em 5/10/2009)<br />
(Entrevista completa de John Maddog Hall para o programa Roda Viva da TV Cultura, durante a Futurecom.<br />
São vários filmes. Demais links na mesma página.) <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a><a name="vantagens"></a></p>
<p><center><a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/net1/internet.htm" target="direita"><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/estrel01.gif" alt="" /></a></center></p>
<h1>Onde encontrar mais informação</h1>
<p><a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-libib.htm" target="direita">Referências Bibliográficas</a> &#8211; <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-vifo.htm" target="direita">Vídeos &#8211; Imagens </a><a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo">(topo)</a></p>
<p><center><a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/net1/internet.htm" target="direita"><img src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/estrel01.gif" alt="" /><br />
</a><center></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><em>Copie</em> esse texto em <a href="http://www.cultura.ufpa.br/dicas/progra/arq-exte.htm#pdf" target="direita">formato pdf</a><br />
clicando no link ao lado com o botão direito do <em>mouse</em>.<br />
Depois, clique em&#8221;Salvar destino como&#8221; (ou algo semelhante )<br />
Escolha o local onde salvar e clique em OK.</td>
<td><center><a href="http://www.cultura.ufpa.br/dicas/pdf/int-h190.pdf" target="direita">Copiar aqui<br />
</a></center></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></center><center><a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/ind.htm"><img title="imagem" src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/inicio.png" alt="" align="middle" /></a> <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm#topo"><img title="imagem" src="http://cultura.ufpa.br/dicas/fig/topo1.png" alt="" align="middle" /></a><br />
Este &#8220;site&#8221;, destinado prioritariamente aos alunos de Fátima Conti,<br />
disponível sob FDL (<em>Free Documentation Licence</em>),<br />
pretende auxiliar quem esteja começando a se interessar por internet,<br />
computadores e programas, estando em permanente construção.<br />
Sugestões e comentários são bem vindos.<br />
Se desejar colaborar, clique <a href="http://cultura.ufpa.br/dicas/colabo.htm" target="direita">aqui</a>.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> http://cultura.ufpa.br/dicas/linux/li-lisol.htm </center></center></p>
<img src="http://ronaldcosta.pro.br/principal/?ak_action=api_record_view&id=150&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pela consolidação e ampliação do programa de Software Livre em todo o Governo Federal!</title>
		<link>http://ronaldcosta.pro.br/principal/?p=131</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Jul 2011 18:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abertura]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.peticaopublica.com.br/?pi=SLGOV" target="_blank"></a></p> <p dir="ltr"> <p id="internal-source-marker_0.4190184408798814" dir="ltr">Abaixo-assinado pela consolidação e ampliação do programa de Software Livre em todo o Governo Federal!</p> <p dir="ltr">Para:Presidenta da República Federativa do Brasil</p> <p dir="ltr"><a href="http://www.peticaopublica.com.br/?pi=SLGOV">http://www.peticaopublica.com.br/?pi=SLGOV</a></p> <p dir="ltr">Pela consolidação e ampliação do programa de Software Livre em todo o Governo Federal!</p> <p dir="ltr">Por meio desta petição pública solicitamos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.peticaopublica.com.br/?pi=SLGOV" target="_blank"><img class="size-full wp-image-132 alignleft" title="image00" src="http://ronaldcosta.pro.br/principal/principal/wp-content/uploads/2011/07/image00.png" alt="" width="200" height="200" /></a></strong></p>
<p dir="ltr">
<p id="internal-source-marker_0.4190184408798814" dir="ltr"><strong>Abaixo-assinado pela consolidação e ampliação do programa de Software Livre em todo o Governo Federal!</strong></p>
<p dir="ltr">Para:Presidenta da República Federativa do Brasil</p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.peticaopublica.com.br/?pi=SLGOV"><strong>http://www.peticaopublica.com.br/?pi=SLGOV</strong></a></p>
<p dir="ltr">Pela consolidação e ampliação do programa de Software Livre em todo o Governo Federal!</p>
<p dir="ltr">Por meio desta petição pública solicitamos que o Governo Federal amplie os compromissos  firmados com o povo brasileiro, divulgados em seu programa de governo, consolidando os rumos da política de adoção do Software Livre no Brasil.</p>
<p dir="ltr">Em 2003, o Presidente Lula deu início ao programa de adoção, uso, capacitação e desenvolvimento de tecnologias abertas na Administração Pública Federal. Esse programa tem trazido inúmeros benefícios para o País. Por trás dessa iniciativa havia uma percepção de que o modelo de desenvolvimento do Software Livre era mais adequado às necessidades de um país que crescia e se desenvolvia:</p>
<p dir="ltr">Como reflexos desta política podemos destacar:</p>
<p dir="ltr">- a economia gerada pela não compra de licenças;</p>
<p dir="ltr">- o maior investimento na capacitação do funcionalismo público, permitindo um ambiente propício à inovação tecnológica;</p>
<p dir="ltr">- um melhor aproveitamento dos recursos computacionais;</p>
<p dir="ltr">- o desenvolvimento de empresas n</p>
<p dir="ltr">acionais com investimento em tecnologia desenvolvida no próprio país;</p>
<p dir="ltr">- a adoção de padrões abertos de interoperabilidade que possibilitarão um efetivo compartilhamento de informações e sinergia digital entre o governo e a sociedade.</p>
<p dir="ltr">O compartilhamento de informação e conhecimento, pedras fundamentais do modelo de desenvolvimento de Software Livre, permitiu o repasse de toda a inovação e do conhecimento obtido no âmbito da Administração Pública Federal para a sociedade.</p>
<p dir="ltr">Convidamos a todos que acreditam que o Software Livre é um importante indutor do desenvolvimento tecnológico nacional, justo e sustentável, que assinem a presente petição pela consolidação e ampliação do programa de Software Livre em todo o Governo Federal !</p>
<p dir="ltr">Atenciosamente,</p>
<p dir="ltr"><strong>Projeto Software Livre do DF.</strong></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Mais informações:</p>
<p dir="ltr"><strong>Propostas do Governo Dilma:</strong></p>
<p dir="ltr">http://www.pt.org.br/portalpt/secretarias/-movimentos-populares-11/ciencia-e-tecnologia-158/ciencia-e-tecnologia:-proposta-de-diretrizes-integral-para-o-programa-de-governo-dilma-presidente-2010-10951.html</p>
<p dir="ltr"><strong>Software Livre:</strong></p>
<p dir="ltr">http://www.softwarelivre.gov.br/</p>
<img src="http://ronaldcosta.pro.br/principal/?ak_action=api_record_view&id=131&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>FLISOL-DF 2011 &#8211; Dia 09 de abril de 2011 na UNEB!!!</title>
		<link>http://ronaldcosta.pro.br/principal/?p=127</link>
		<comments>http://ronaldcosta.pro.br/principal/?p=127#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 11:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abertura]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.flisoldf.blog.br" target="_blank"></a></p> <p>O Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre do Distrito Federal (FLISOL-DF) 2011 é um evento voltado para professores , alunos, empresários, técnicos e entusiastas de Tecnologia e Software Livre. É um evento aberto a toda a comunidade e gratuito. Ocorrerá no dia 09 de abril de 2011, na <a href="http://www.uneb.edu.br" target="_blank">UNEB</a> [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flisoldf.blog.br" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://flisoldf.blog.br/2011/wp-content/uploads/2011/02/banner_quadrado22_730x192.jpg" alt="" width="730" height="192" /></a></p>
<p>O Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre do Distrito Federal (FLISOL-DF) 2011 é um evento voltado para professores , alunos, empresários, técnicos e entusiastas de Tecnologia e Software Livre. É um evento aberto a toda a comunidade e gratuito. Ocorrerá no dia 09 de abril de 2011, na <a href="http://www.uneb.edu.br" target="_blank">UNEB</a> (910 Sul).</p>
<img src="http://ronaldcosta.pro.br/principal/?ak_action=api_record_view&id=127&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Information literacy instruction for educators: professional knowledge for an information age</title>
		<link>http://ronaldcosta.pro.br/principal/?p=124</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 18:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abertura]]></category>
		<category><![CDATA[competências informacionais]]></category>
		<category><![CDATA[information literacy]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe frameborder="0" scrolling="no" style="border:0px" src="http://books.google.com.br/books?id=s89knRKL0q4C&#038;lpg=PP1&#038;ots=WIpH7ZM1B6&#038;dq=information%20literacy%20gradua%C3%A7%C3%A3o&#038;pg=PP1&#038;output=embed" width=500 height=500></iframe></p>
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		<item>
		<title>Projeto: SOFTWARE LIVRE NA ESCOLA &#8211; “O Linux Educacional”</title>
		<link>http://ronaldcosta.pro.br/principal/?p=119</link>
		<comments>http://ronaldcosta.pro.br/principal/?p=119#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 12:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abertura]]></category>
		<category><![CDATA[Linux Educacional]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O projeto Software Livre na Escola &#8211; &#8220;O Linux Educacional&#8221; pretende realizar a ambientação inicial em Informática Educativa e o treinamento em Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTICs) dos professores de algumas escolas classes do Distrito Federal utilizando o plataforma Linux Educacional 3.0.</p> <p style="text-align: justify;">A Escola Classe 36, primeira escola selecionada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 15px;" src="http://carmelitaap.files.wordpress.com/2010/04/logo-bits-tcl.png" alt="" width="240" height="180" />O projeto <span style="text-decoration: underline;"><strong>Software Livre na Escola &#8211; &#8220;O Linux Educacional&#8221;</strong></span> pretende realizar a ambientação inicial em Informática Educativa e o treinamento em Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTICs)  dos professores de algumas escolas classes do Distrito Federal utilizando o plataforma Linux Educacional 3.0.</p>
<p style="text-align: justify;">A Escola Classe 36, primeira escola selecionada, atende a comunidade de Ceilândia-DF no ensino fundamental (Anos iniciais).  A Escola recebeu do MEC,  em março de 2010,  um laboratório  com computadores contendo o sistema operacional &#8221; Linux Educacional&#8221;. O Proinfo já equipou mais de 30 mil laboratórios de informática, na rede pública de ensino do Brasil, com o Linux Educacional.</p>
<p style="text-align: justify;">O Linux Educacional 3.0 é uma distribuição Gnu/Linux com identidade  própria e apresenta características que facilitam sua utilização: A  personalização do Desktop torna o sistema mais atrativo para usuários  iniciantes; A Edubar e a Ferramenta de Busca, ajudam no acesso aos  conteúdos educacionais.  A distribuição possui um repositório Debian de  conteúdos educacionais no endereço: deb http://repositorio.mec.gov.br.</p>
<p style="text-align: justify;">Na última versão lançada este ano, a equipe do Centro de Experimentação em Tecnologia Educacional (CETE), desenvolveu uma aplicação chamada Edubar, para facilitar o acesso aos conteúdos educacionais. Disponibilizou para download em formato .deb mais de 20GB de arquivos de vídeo e obras de Literatura, Geografia, História.</p>
<p style="text-align: justify;">O avanço da tecnologia torna urgente a habilitação do professores no imprescindível  uso das Novas Tecnologias como instrumento de apoio a formação humana e na Educação como recurso de mediação no acesso a Informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Através deste treinamento espera-se que os professores possam utilizar a infraestrutura tecnológica (laboratórios com GNU/Linux Educacional) já existente em suas escolas de maneira segura e eficaz. Espera-se ainda, promover o uso da tecnologia e o desenvolvimento de algumas competências informacionais, assim como a realização de atividades diárias do professor com o uso de tecnologia, por meio de exemplos práticos e direcionados.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o treinamento o professor poderá fazer uso do ambiente informacional da escola, empregando Software Livre em atividades pedagógicas, tornando o laboratório um espaço de inclusão social, digital e de formação de futuros cidadãos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://cienciadainformacao.ronaldcosta.pro.br/?p=446" target="_blank"><strong>Leia o POST COMPLETO</strong></a></p>
<img src="http://ronaldcosta.pro.br/principal/?ak_action=api_record_view&id=119&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
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